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quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Dia 02. “No meio do caminho tinha uma pedra”, ou melhor, buracos


Domingo, 03 de agosto de 2014.
De Espinosa/MG a Lençóis/BA (599 km).


Uma aventura pelos atalhos do sertão baiano. Um dia de muito calor, estradas ruins e alguns contratempos... Este é o relato de mais um dia na Expedição Litoral Nordestino, uma viagem de moto que realizei sozinho pelo nordeste brasileiro durante o mês de agosto de 2014. Belíssimas paisagens foram vistas e muitas experiências foram vividas: da calmaria de um encantador pôr do sol em Jericoacoara/CE à fuga alucinada na calada da noite em Petrolina/PE... fortes emoções foram vivenciadas. Continue lendo para acompanhar a viagem.
Não tenhamos pressa, mas não percamos tempo... - José Saramago


Trajeto do dia




Vamos! Vamos! Já é hora de levantar.

Muito bem. Após boa noite de sono sob os cuidados do ar-condicionado do quarto, acordei 6h da matina com a gritaria do AC/DC – Highway to Hell – que começou a tocar no celular. Logo estava de pé, tomando achocolatado de caixinha e comendo barras de cereal, pois, o
café da manhã no hotel somente seria servido a partir das 8hs e não estava disposto a esperar.


Assim, ainda sob o efeito da euforia inicial dos primeiros dias de férias, antes que a mente e corpo se acostumassem com o ritmo que uma viagem dessas nos impõe, enquanto organizava e recolhia meus pertences pensava sobre o trajeto completo programado, a respeito do que ainda estava por vir, se tudo daria certo e sairia como planejado; ou se enfrentaria alguma dificuldade e infortúnio pela frente. 

Por mais organizado que estivesse o projeto, algumas dúvidas e sentimentos de incerteza sempre insistiam em permanecer presentes e reivindicar a atenção da consciência. Cochichavam entre si dizendo que, sozinho, poderia ser perigoso, que um pneu poderia furar no meio do caminho e num local deserto e distante de qualquer ajuda, que pessoas mal intencionadas estariam à espreita, enfim, que o desastre poderia ser iminente Essas coisas que todo desconfiado acaba por enfiar na cabeça. 

No entanto, verídicas ou não, tais preocupações teriam que ser postas à prova. Consequentemente, logo arrumei tudo, armei a bagagem na moto e, pontualmente às 7hs, os motores foram colocados em funcionamento para mais um dia de trabalho... da moto, obviamente, porque a minha parte seria apenas a de aproveitar a paisagem.

No inicio, entre Espinosa/MG e Guanambi/BA, a estrada estava boa, porém, com alguns remendos de asfalto para cobrir os buracos. Apesar de ser domingo, à medida que me aproximava de Guanambi/BA, aumentava o tráfego de veículos, exigindo mais atenção com os caminhões e as irregularidades da pista.

Ao aproximar-me de Guanambi/BA, por causa da sinalização precária e um desvio na entrada da cidade, precisei parar algumas vezes a fim de perguntar a respeito do caminho a seguir.


Sem mais dificuldades, logo contornei a cidade e cheguei na BR-030 que, aliás, está uma ótima estrada. Encontrei alguns parques eólicos no caminho e fiquei ainda mais admirado com o tamanho das estruturas.




Pouco tempo depois, lá pelas 8h30, cheguei em Caetité/BA, onde novamente abasteci a moto e pedi informações sobre os próximos trechos de estrada pelos quais teria que passar mais adiante.




Você vai por aqui? Por ali? Ou, por lá?

Pesquisando na internet, anteriormente, ainda na fase de planejamento do roteiro, deparei-me com vários caminhos que levam à cidade de Lençóis, na Bahia. Consequentemente, nos relatos que encontrei não houve como extrair muita informação sobre as estradas da região, porém, a partir daqueles poucos que forneceram alguma dica, consegui moldar um trajeto através dos lugares que poderiam ser mais tranquilos de passar e outros a se evitar.

Dessa forma, entre as certezas de enfrentar chão de terra fofa e arenosa – continuando pela BR-122, ou seguir por um caminho bem mais longo – através da BR-430, optei por uma terceira direção que não era nem tão longa, nem tão aventureira, terminando por seguir pela BA-156 e passando pelas cidades de Tanque Novo/BA e Botuporã/BA. Veja na imagem abaixo o percurso escolhido (destacado na cor azul).



Sem mais rodeios, com o tanque cheio novamente, parti de Caetité/BA, peguei a BR-430 e, alguns km mais à frente, confirmei o percurso com os policiais em serviço numa encruzilhada. Confesso que os vi tão bem armados que deu a impressão de que esperavam uma guerra.




Onde estará o próximo buraco?

Enfim, tomei o rumo da BR-430, uma estrada por onde se deve passar com bastante cuidado, prestando atenção às diversas irregularidades da pista. Outra observação que se pode fazer foi a da vegetação cada vez mais baixa e seca.



Vale comentar que, até esse ponto do percurso, apesar da sinalização ser um tanto precária em alguns locais, o caminho em si não é tão complicado de percorrer e com alguns pedidos de informação pode ser mais fácil achar o rumo correto a se tomar. Digo isso porque, na bagagem, ainda levava comigo um aparelho de GPS pronto para socorrer-me nos momentos de real dificuldade e, mesmo assim, ainda não o tinha utilizado, haja vista a segurança que eu tinha em direcionar a viagem somente com as dicas de "beira de estrada".





Alguns instantes depois de ter cruzado pela placa que sinalizava a saída para Tanque Novo/BA, as dificuldades começaram. Primeiramente, passei a ver alguns buracos mais espaçados uns dos outros. Em pouco tempo, à medida que avançava, iam ficando cada vez maiores e próximos entre si.





Então, daí a pouco, me vi cercado por enormes crateras que mais pareceram terem sido formadas por uma arrasadora chuva de meteoros. Constituíam uma péssima condição onde nem havia asfalto satisfatoriamente transitável e, por outro lado, nem se via uma estrada totalmente de chão de terra.



Fui seguindo, "de leve", para não ter nenhum tipo de problema.




Prepare-se, pois, está esquentando.

Mais à frente, o calor começou a causar incômodo obrigando-me a realizar uma parada rápida para refrescar-me um pouco e remover o excesso de roupa que havia colocado para enfrentar a friagem matinal.




Enquanto isso, passaram por mim dois motociclistas (em uma mesma moto) que não utilizavam capacete, os primeiros de muitos que ainda veria nas mesmas condições até voltar para casa.



Logo mais, atravessei a cidade de Tanque Novo/BA. Na saída da cidade registrei belas imagens... até novamente começar a "buraqueira".





Por volta das 11h, já com fome, parei em Botuporã/BA para comer algo.



Ótimo, de bucho cheio, a viagem é retomada a passos lentos, ziguezagueando pela estrada para desviar dos buracos.




Que barulho é esse?

Segui nesse ritmo por mais alguns km até perceber um estranho barulho, constante, como o de algo sendo arrastado. Achei melhor parar e verificar, superficialmente, se havia algo de errado com a moto. Qual não foi a minha decepção ao ver que o protetor de corrente estava solto, ou pior, quebrado e preso apenas por um dos dois parafusos que originalmente firmavam a peça.



Consequentemente, não bastando estar quebrado em um dos pontos de apoio, ainda ficou caído sobre a corrente da moto provocando um perigoso atrito entre as peças e causando o barulho de arrasto que escutei anteriormente.

Será que isso me causaria novamente problemas com a corrente da motocicleta? (Se você ainda não soube o que aconteceu em minha viagem anterior, a Machu Picchu e Deserto do Atacama, leia o relato do “Dia 27. Paciência! Incidentes acontecem” para entender o que houve).

— Tudo bem, foi tudo culpa minha 

Confesso que essa peça já estava quebrada desde a viagem anterior, mas, como o mecânico havia dado uma solução tão boa para mantê-la firme no lugar, optei por não trocá-la. No entanto, infelizmente, com o excesso de vibração um dos parafusos que a prendiam afrouxou e terminou caindo.

— Puxa vida! Essa viagem já está ficando complicada, hein! – pode o(a) leitor(a) explanar.

— Sim, confirmo. – Principalmente se eu lhe contar que após procurar no meu kit de viagem descobri que não possuía as ferramentas para remover o segundo parafuso que firmava o protetor de corrente quebrado.





Xiii! Vai devagar aí, hein!

Enfim, não havia alternativa a não ser a de continuar a viagem obrigatoriamente nessas condições até encontrar uma oficina onde pudesse realizar algum tipo de reparo. Dessa forma, por precaução, o que teria que fazer era apenas dirigir devagar, pois, imaginei que se a peça terminasse de quebrar possivelmente poderia enganchar na roda e provocar algum acidente. Entretanto, como a estrada estava péssima, não seria difícil manter uma velocidade mais reduzida.

Finalmente, depois de gastar umas três horas para percorrer apenas 80 km, cheguei ao desvio que me conduziria até a BR-242. Nesse ponto de desvio, a estrada ainda segue tendo o nome de BR-156, porém, com asfalto e sinalização em ótimas condições, impecável.




Aos desinformados a respeito desse trecho pelo qual passei, deixo as seguintes impressões: aqueles com espírito aventureiro, mais pacientes, que gostam de desafios e pouca monotonia, esse percurso será um prato cheio para diversão. Entretanto, aos desavisados, como disse, e aos que preferem a calmaria de uma estrada com bom asfalto... que procurem por outra rota para seguirem, principalmente se estiverem em uma moto cujo projeto original se destina ao uso mais frequente em chão completamente asfaltado. Muito bem, transposta a pior parte da BR-156, era hora de acelerar, poderia imaginar o(a) leitor(a).

— Não senhor (a). – prontamente respondo, já lhe “podando as asinhas”. Ouso lembrar que ainda estava com o protetor de corrente quebrado e em atrito com a corrente da moto. Dessa forma, acelerei um tanto apenas para manter uma velocidade mais compatível com a “dinâmica” da estrada e mantive-me atento para aproveitar a primeira oportunidade onde pudesse parar e resolver o problema da peça estragada.


Viva o Tõe!

Assim, não muito distante, encontrei um pequeno povoado nas imediações de Macaúbas/BA e, ao avistar uma das primeiras casas, percebi ser uma borracharia. Oportunamente, logo sai da estrada, estacionei a moto e fui falar com o dono. Era a “Borracharia do Tõe”... e ele, que não é bobo,  tinha as ferramentas necessárias.




Mostrei-lhe o problema e ele disse que poderia resolver sem precisar remover a peça. Na verdade, eu é que lhe solicitei uma solução que a mantivesse, pois, imaginei que sem ela a graxa da corrente seria lançada toda para cima, causando uma lambança enorme no escapamento da moto e no baú lateral. Como se poderá concluir, num futuro próximo... lamentável decisão.





Foi uma pena não ter registrado, nesse momento, a solução adotada para segurar o protetor de corrente, pois a “gambiarra” ficou digna de boas risadas, mas, aguardem porque logo que cheguei a Lençóis/BA, na Chapada Diamantina, registrei o trabalho realizado.

Então, por ora, o problema maior seria manobrar a moto para posicioná-la em direção à saída. Nos limites do espaço de manobra, para onde teria que dar ré na moto, havia um degrau de altura considerável e que mais se parecia com um abismo que com um degrau propriamente. Assim, o Tõe, sob grande risco, posicionou-se à beira daquele enorme penhasco e deu início aos cálculos enquanto eu, boquiaberto, apenas observava...



Imagem retirada da internet. Meramente ilustrativa.

 Minha nossa! Até fechei os olhos.



Por fim, conseguimos posicionar a moto em direção à saída!





"Tuca pra frente"!

Daí em diante foi só acelerar, porém, sempre alerta por causa dos animais soltos às margens da rodovia.




Um pouco mais perto de Macaúbas/BA, ao passar por um encontro de vias, deparei-me com um aglomerado de pessoas que começavam a formar algo como uma carreata. Alguns carros continham adesivos de propaganda partidária.




Em seguida, por volta das 14h30, em Oliveira dos Brejinhos/BA, faltava gasolina e precisei procurar combustível em dois postos de abastecimento antes de obter sucesso. Somente no terceiro posto é que fui encontrar e, mesmo assim, enfrentei fila, tendo que aguardar o atendimento de uns cinco veículos que haviam chegado primeiro. Também já estava com fome e queria comer algo, contudo, ali, não avistei nenhum restaurante.

Então, resolvi seguir em frente porque imaginei que, ao chegar na BR-242, poderia encontrar um restaurante / lanchonete em um posto com maior estrutura. No caminho acabei passando por um leito de rio completamente seco e pude ver um pouco do que a seca é capaz de fazer.



Mais adiante, já na BR-242, em torno das 15h, parei para comer algo em um bom restaurante. Até havia passado por outras pequenas lanchonetes e barzinhos, entretanto, esse “serviu como uma luva”, pois, já estava “varado” de fome. Por segurança, principalmente quando viajo sozinho, sempre procuro parar em locais com maior estrutura e que sejam mais movimentados.




Continuando a viagem, presenciei muitas belas paisagens pelo caminho.






Até que, num determinado ponto, alguns km antes de Seabra/BA, como diversas outras vezes desde quando saí de casa, passei por mais uma besta, humana, trafegando pelo acostamento contrário.




Não tá afim não?

Lá pelas 16h30, parei novamente para abastecer a moto em um posto nas proximidades de Seabra/BA, e após ter enchido o tanque, retirei a moto de perto da bomba de gasolina e a estacionei a fim de poder trocar a bateria da câmera de vídeo que, naquele momento, estava por se desligar.

Logo depois, avisto um sujeito se aproximar. Achei que fosse passar por mim, no entanto, desviou-se de sua rota e veio falar comigo. Comentou que era da região, apontou para sua motocicleta e falou sobre como a estrada estava boa. Concordei com ele. Até aí, nada demais, apenas uma conversa inocente, apesar do visual e comportamento despachado do rapaz. De repente, após uma breve pausa, ele se aproxima de mim como quem vai contar algo que ninguém mais pode ouvir e solta algo como:

— Aqui, ei véi, cê num interessa pegar um baguio (leia-se “ba-gu-io”) pra pudê cherá, não?



— Nossa! – Pensei surpreso! Imediatamente rebati, agradecendo e, ao mesmo tempo, rejeitando a oferta. Então, já virando-se para deixar-me a sós ele ainda retrucou:

— Valeu, mas, se precisá nóis tá aí. – E terminou a meia-volta, seguindo depois para a entrada do banheiro a poucos metros dali.

Rapidamente, concluí o preenchimento dos dados de abastecimento no meu diário de anotações, montei na moto e me afastei dali, mesmo sem ter acabado de vestir as luvas de viagem. Também acabei desistindo de trocar a bateria da câmera nesse momento. Minha intenção era apenas a de estar longe daquele sujeito quando ele saísse do banheiro. Logo na saída do posto de abastecimento, em poucos segundos, coloquei a outra luva que faltava e continuei a viagem.




No final do dia, com o sol já se escondendo por detrás das montanhas, parei para registrar fotos de uma enorme formação rochosa que estava bem perto da estrada e que, no dia seguinte, fui informado ser o “Morro do Pai Inácio”, dentro das fronteiras da Chapada Diamantina.




Seguindo em frente vejo o trevo que leva à cidade de Lençóis/BA, base de saída para muitos dos passeios que se pode realizar na região.






E agora, onde é que vou dormir?

Passava das 18h quando cheguei em Lençóis/BA, destino final desse segundo dia de férias. Costumeiramente, sempre levo comigo uma lista contendo informações (telefone, preço, etc.) sobre hotéis onde poderei me hospedar naquelas cidades onde tenho certeza que irei passar a noite. Geralmente, são aquelas onde farei algum tipo de atividade turística e estarei obrigado a ficar para dormir.

Assim, logo ao entrar na cidade, achei um local para encostar a moto e, com a lista de hotéis/pousadas na mão, comecei a ligar segundo minha ordem de preferência. Não dei sorte no primeiro número, entretanto, na segunda pousada disseram-me que havia vagas e prontamente informei que já estava na cidade e a caminho do local.



Após acomodar-me e guardar a bagagem, imediatamente sai com a intenção de encontrar uma agência de viagem para comprar os passeios do dia seguinte. Por ser pequena, a partir de qualquer lugar que se esteja hospedado em Lençóis/BA, é fácil chegar ao centro e rua principal da cidade, onde está a maior parte do comércio.

No calçadão principal é onde fica a maioria das agências de turismo. Informei-me sobre a possibilidade de, já no dia seguinte, realizar o passeio aos poços Azul e Encantado, porém, não consegui agendá-los como queria, pois, como estão em pontos mais afastados (pelo menos, a partir de Lençóis/BA) e são mais difíceis de juntar um grupo para visitá-los, parece não ser vantajoso para as agências realizar esse trajeto se o carro de passeio não estiver completamente lotado. Então, deixei meu nome / telefone na lista de interessados de várias empresas a fim de que eles pudessem avisar-me caso surgisse, de última hora, a oportunidade de realizar o passeio aos poços. Enfim, terminei fechando outro percurso, para o dia seguinte, em que visitaria os seguintes lugares:


  • Cachoeira do pato;
  • Poço do diabo;
  • Morro do Pai Inácio;
  • Gruta da Lapa Doce;
  • Gruta azul;
  • Gruta da Pratinha;
  • Lagoa da Pratinha.
Por fim, passei em uma lanchonete e comprei algo para levar e comer na pousada. Antes de dormir, aproveitei para deixar arrumada a mochila com os itens que carregaria no dia seguinte.

Acomodações:


Foto registrada na manhã seguinte.

Foto registrada na manhã seguinte.


Hotel: R$70,00.

Dicas de viagem

  • Em estradas com afasto em condições precárias diminua a velocidade a fim de evitar surpresas no caminho. Não sei sobre você, mas, eu não me arriscaria a dar de frente com um buraco no meio da pista, podendo encerrar a viagem esborrachado no chão ou tendo complicações para rebocar a moto com uma roda torta.
  • Ao sair para uma longa viagem de moto sempre certifique-se de levar na bagagem um kit mínimo de ferramentas para conseguir usar no meio do caminho, a fim de poder consertar uma ou outra peça que seja mais propensa a estragar. Você pode até pensar que, já que tem pouca desenvoltura para realizar eventuais reparos sozinho, não precisa levar nenhuma ferramenta, mas, aposte, na hora de um aperto no meio da estrada poderá aparecer alguém que sabe e se você não tiver as ferramentas à mão, então, obrigatoriamente terá que esperar por algum reboque ou que alguém as leve até você.
  • Dependendo do lugar para onde for viajar, principalmente quando estiver sozinho, se puder escolher, procure parar para comer em restaurantes / lanchonetes com maior estrutura e que sejam mais movimentados. Isso não quer dizer que locais mais simples não forneçam serviços / produtos de qualidade, mas, apenas penso que seria mais fácil ser abordado por alguém mal intencionado em lugares com pouca circulação de pessoas.



SOBRE O AUTOR

2 comentários:

  1. Fiz uma rota parecida em agosto, porém fui por brumado, rio de contas, Jussiape, Mucugê, Andaraí, Lençõis, massa!!!

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    1. Opa. Legal! Não tinha pesquisado essa rota. Dei uma olhada nesse trajeto que pesquisou e vi tem boas estradas por ele, pelo menos nos trechos que "tirei" para amostra. Também tem um trecho de chão de terra, porém, ainda é melhor do que o que segui.

      Valeu! Fica como dica.

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